Na absoluta escuridão,
está o homem, seus olhos são como duas nuvens, que derramam o liquido corrosivo
chamado lagrima. Não é possível ver nada a sua frente, nem a suas costas, ele
estava sentando em meio o vazio, o profundo vazio de espírito e o vazio da
alma.
Na profunda melancolia do
local, ele escuta uma voz:
-Não.
Não sabia dizer o que
era, não é possível, a voz vinha de todos os lados em sua mente e ficavam se
repetindo cada vez mais forte:
-Não... Não ... Não.
No fundo da escuridão ele
vê algo, algo brilhante, estava muito distante para saber o que era, e a luz se
aproximava, ele via um belo rosto pálido, com cabelos louros, de fato era uma
mulher, mas que mulher? Sua mulher.
Ele se dirigiu até ela
calmamente, não sabia o que dizer, pensou, pensou e pensou, gritou:
- O que eu estou fazendo
aqui?
Não obteve nenhuma
resposta, pois, ela não podia ouvir sua voz.
E a mulher chorava,
falava sozinha, suas lagrimas se juntavam ao meio da escuridão, o homem nem
conseguia toca-lá, pois a ultrapassava, era ele pois um fantasma?
De repente ele vê a
mulher desaparecendo, sua luz fica fraca, e fica mais fraca... e some, o homem
está denovo em profunda solidão e coberto de devaneios.
Mas como pode o homem
morto, pensar ainda nas coisas vivas?
A morte é só um estagio.
Vejo que adoramos falar de morte. kkkkkkk Da hora, cara, as visões diferentes da morte são sempre interessantes.
ResponderExcluirComo eu já te falei, Ioha, eu gostei muito desse conto, mas achei que você foi meio preguiçoso!
ResponderExcluirCara, trabalhe mais nele!!! Ele é muito bom... Pode ser melhor trabalhado!!!
Gostei bastante dele, também. Porém, se fosse mais trabalhado ficaria melhor.
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