terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

O príncipe nefasto

Na absoluta escuridão, está o homem, seus olhos são como duas nuvens, que derramam o liquido corrosivo chamado lagrima. Não é possível ver nada a sua frente, nem a suas costas, ele estava sentando em meio o vazio, o profundo vazio de espírito e o vazio da alma.
Na profunda melancolia do local, ele escuta uma voz:
-Não.
Não sabia dizer o que era, não é possível, a voz vinha de todos os lados em sua mente e ficavam se repetindo cada vez mais forte:
-Não... Não ... Não.
No fundo da escuridão ele vê algo, algo brilhante, estava muito distante para saber o que era, e a luz se aproximava, ele via um belo rosto pálido, com cabelos louros, de fato era uma mulher, mas que mulher? Sua mulher.
Ele se dirigiu até ela calmamente, não sabia o que dizer, pensou, pensou e pensou, gritou:
- O que eu estou fazendo aqui?
Não obteve nenhuma resposta, pois, ela não podia ouvir sua voz.
E a mulher chorava, falava sozinha, suas lagrimas se juntavam ao meio da escuridão, o homem nem conseguia toca-lá, pois a ultrapassava, era ele pois um fantasma?
De repente ele vê a mulher desaparecendo, sua luz fica fraca, e fica mais fraca... e some, o homem está denovo em profunda solidão e coberto de devaneios.
Mas como pode o homem morto, pensar ainda nas coisas vivas?

A morte é só um estagio.

3 comentários:

  1. Vejo que adoramos falar de morte. kkkkkkk Da hora, cara, as visões diferentes da morte são sempre interessantes.

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  2. Como eu já te falei, Ioha, eu gostei muito desse conto, mas achei que você foi meio preguiçoso!

    Cara, trabalhe mais nele!!! Ele é muito bom... Pode ser melhor trabalhado!!!

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  3. Gostei bastante dele, também. Porém, se fosse mais trabalhado ficaria melhor.

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