Lá ele observou um espelho que refletia um certo menino estranho e desconhecido pelo Pobre Rico.
Pobre Rico disse: - Quem é você ?
Pobre Rico riu
-Porque você esta me copiando?
O silencio da resposta o irritava
-Sabia que você parece ser rico assim como eu?, podemos ser amigos, posso te levar para jogar jogos comigo em minha casa, você não quer ir?
Aquela figura o encarava, o deixando deprimido, e a medida que suas palavras ecoavam sua esperança em saber quem era aquele rapaz diminuía mais e mais.
-Olha não sei se você é rico mesmo, você não tem classe, deve ser pobre, um sujo, mais um daqueles malditos sem educação!! E digo mais, eu desejo a você todas as maldições possíveis, pois tentei ser seu amigo, ia te dar tudo TUDO e você me ignorou! Agora não adianta mais, se algum dia voltarmos a nos ver tenho certeza de que irei te ver miserável. E nesse momento você desejara minha amizade, e eu direi não !
O tempo passou, e Pobre Rico fez jus a seu primeiro nome. A riqueza de sua família havia sido tomada pelo governo a custas de custos não pagos e Pobre Rico que sempre Rico nunca se imaginou Pobre. Sofrerá o peso de não saber enriquecer-se por si mesmo. Dado a força do destino vivia de mendigar as escondidas, mantinha a pose de rico, bebia cachaça e fingia ser vinho, todos que viam Pobre Rico riam de sua farsa, e para o show continuar, tratavam seu ego como se ele ainda fosse Rico.
O tempo passou, exatamente uma vida inteira, e em sua fase de Pobre idoso decidiu ir a praça do bosque aquático da Vila Lobos Felinos onde encontrou mais uma vez aquele espelho hediondo, já sujo pelo tempo, mas que ainda exercia sua humilde função.
- Veja só! nos encontramos de novo! bem como disse, você estaria mais miserável do que nunca, eu tentei lhe avisar, mas vejo que até hoje você não criou bom senso, e continua agindo como um pobre sujo e sem educação. Saiba que em minha vida eu fui quem fui e hoje tenho orgulho de mim mesmo. Fiz coisas que você jamais faria, trabalhei duro! agora te vejo assim, todo velho a beira da morte, com olhos cansados e essa barba de profeta louco. Veja bem nem lugar para cair morte você tem, pois bem comigo é diferente todos me adoram, me respeitam, sou poderoso, herdei os negócios da família e me sai muito bem, lucrei muito mais que papai, até os mais poderosos reconhecem minha façanha, e se curvam diante de minha grandiosidade.
O silencio ainda incomodava Pobre Rico
- Seu infeliz, nunca se conheceu! nunca viveu! deve ser um mentiroso da pior especie para me tratar assim, com total certeza deve agir assim com todos! Bem, não tenho mais tempo a perder com coisas inúteis, você é a pessoa mais inútil e ridícula que tive o desprazer de conhecer! Com licença, tenho deveres a fazer, Adeus.
Ao se virar para ir embora o canto de seus olhos observaram uma parte que nunca haviam notado no lado esquerdo do espelho, e depois de uma vida inteira sem perceber viu a frase: "Espelho da vida".
Então Pobre Rico caiu morto ali mesmo, vitima de si mesmo. Nasceu, cresceu e morreu sem saber se era Pobre ou Rico.
Nasceu, cresceu e morreu sem saber quem era.
O tempo passou, exatamente uma vida inteira, e em sua fase de Pobre idoso decidiu ir a praça do bosque aquático da Vila Lobos Felinos onde encontrou mais uma vez aquele espelho hediondo, já sujo pelo tempo, mas que ainda exercia sua humilde função.
- Veja só! nos encontramos de novo! bem como disse, você estaria mais miserável do que nunca, eu tentei lhe avisar, mas vejo que até hoje você não criou bom senso, e continua agindo como um pobre sujo e sem educação. Saiba que em minha vida eu fui quem fui e hoje tenho orgulho de mim mesmo. Fiz coisas que você jamais faria, trabalhei duro! agora te vejo assim, todo velho a beira da morte, com olhos cansados e essa barba de profeta louco. Veja bem nem lugar para cair morte você tem, pois bem comigo é diferente todos me adoram, me respeitam, sou poderoso, herdei os negócios da família e me sai muito bem, lucrei muito mais que papai, até os mais poderosos reconhecem minha façanha, e se curvam diante de minha grandiosidade.
O silencio ainda incomodava Pobre Rico
- Seu infeliz, nunca se conheceu! nunca viveu! deve ser um mentiroso da pior especie para me tratar assim, com total certeza deve agir assim com todos! Bem, não tenho mais tempo a perder com coisas inúteis, você é a pessoa mais inútil e ridícula que tive o desprazer de conhecer! Com licença, tenho deveres a fazer, Adeus.
Ao se virar para ir embora o canto de seus olhos observaram uma parte que nunca haviam notado no lado esquerdo do espelho, e depois de uma vida inteira sem perceber viu a frase: "Espelho da vida".
Então Pobre Rico caiu morto ali mesmo, vitima de si mesmo. Nasceu, cresceu e morreu sem saber se era Pobre ou Rico.
Nasceu, cresceu e morreu sem saber quem era.
Gostei. Interessante mesmo.
ResponderExcluirBem fluido!
obrigadérrimo !
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